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  Orgasmo de um Anjo   Ela me tinha entre seus seios Me olhava com olhos que inspiravam devaneios Neste mundo tão macio Me aprofundei noite adentro Era seios majestosos Eram só o que eu sentia Enrijecido, músculos contraindo-se Mamilos duros conectados com luar Seus desejos eram puros Eram de outra dimensão Não era Uma mera Mulher carnal Era divina e eu entre seus Montes Olimpos Foi   quando ela me segurou e músculos se moviam entre dedos delicados e angelicais Segurou-me e me levou para dentro de seu próprio universo Um mondo de descobertas E sentidos diferentes   Tive que sentir seu gosto que fluía do âmago do seu ser Ela sabia gemer Com estilo e glamour Como nenhuma outra Saberia como fazer A fiz se liquefazer explorando seus tesouros internos lugares secretos Fiz o que eu sabia fazer E eu faço isso bem ser fazer magica com esta boca E enquanto ela se contraía eu dela bebia Então virou de costas Costas q...
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Entranhas do Paraíso Entranhas, entranhas... Quantas entranhas... Quanta água que corre da fonte infinita que nasce de ti São olhos nos olhos E lábios nos lábios molhados entre coxas coxas tão macias de puro algodão cada dedo do pé se estica ao meu toque até chegar bem no seu coração Lábios nos bicos os bicos dos seios belos e empinados pedindo atenção Depois eu só vejo Só vejo cabelos E as suas costas Eu corro por elas De cima a baixo Sentindo este corpo a se moldar Como molde de argila abrindo para entrar O gemido e as nádegas Que se abrem e eu beijo cada uma delas Os músculos relaxam Enquanto você Você fala o meu nome E eu mergulho já No seu buraco negro E  estou a sentir Tantas coisas estranhas Só digo o seu nome Entranhas, Entranhas, Estou aqui dentro, e tão profundo É o seu paraíso Âmagos de sua alma Aqui e ali... Para eu te sentir Sentir se contrair Ao redor de mim, e me apertar De tanto gemer Me fazendo crescer Sem nunca acaba...
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Casal Mercedes O batom na noite o beijo na estrada sem rumo e sem fim Mercedes, 1960 o casal fugitivo vestido vermelho e smoking preto Mordidas na orelha uma mão entre as coxas desliza vestido acima Vestido apertado Coração pulsando Velocidade alta Trovôes no horizonte A mão dele a se molhar A mão dela a subir e descer Sentindo pulsar Desabotoado o vestido Os seios expostos, a lua A contração, as estrelas Pé no acelerador Convulsão, calor A veia no pescoço Ela senta no seu colo e solta os cabelos pretos ondulados A pele tão branca os seios que se espremem mordidas e beijos enquanto sobe e desce Ele segue acelerando o carro sentindo tudo mais afundo mais quente, ofegante adrenalina que sobe entre pernas abertas ele olha pra estrada   Estrada sem fim Trovões no horizonte -Velvet Dreamer
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  Libertando Thábata   Thábata era uma menina de 19 anos que nunca há via sequer beijado um menino. Era filha de uma família religiosa. Sentia uma culpa interna que a fazia não sentir nada por ninguém. Era triste, solitária, pois todas suas amigas saiam com rapazes, e ela aprendeu a suprimir qualquer sentimento sexual. Era pecado, e não queria queimar no inferno. Sabia que sexo era só no casamento, mas não sabia como isso funcionava. Susy era uma de suas únicas amigas. Tinha 18 anos e meio, e também não tinha namorado, então as duas andavam juntas. Suzy era um espírito livre, porém leve e tranquila. Thábata tinha uma inibição intensa de sua sexualização. Não falava sobre garotos. -Thomas esta sempre olhando para você – dizia Suzy. -Não tenho interesse por ele – respondia Thábata. -Tem interesse por algum? -Não... nenhum deles me interessa – respondia. Suzy não falava nada sabia como era a família de Thábata. Passava tardes lá. E por mais que não falasse nada, e...
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  Segredo Sagrado Segredo por ele velas tu mulher de vestido branco cujas pernas ninguém abrirá Jamais, nesse inverno No inverno, te santificas Se equilibra Anda com graça divina Como alguém que cruza perfeitamente a corda bamba no ar E lá em cima tu consegues respirar Até o inverno passar...   E quando chega a primavera Quando as flores estão florescendo Trocas de roupa, e solta os cabelos Vai a um jardim secreto, onde ninguém a vê Deita-se na grama junto ás flores Tira o vestido Deixando o corpo sentir o ar da primavera Só então abre as pernas Para unir sua flor ás outras E expô-la ao sol, de pétalas abertas É o seu renascer Sentindo o cheiro das flores Querendo tornar-se uma Sem saber que já é Deixa os seios se erguerem Tudo para o sol Deixa o sol tocar amago Do seu ser, entre suas pétalas Rosadas Só então se toca Devagar e lentamente Seguindo o ritmo das flores Abre sua flor bem aberta para o sol, o único que pode ver Seus delicados dedos deslizando em...
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 Sem Despertador Eu acordo querendeo me embriagar na fragrância secreta das tuas pétalas na manhã enquanto dormes   E despontar, me erguendo como o sol perante tua face que queres tanto tocar com delicados dedos brancos   Assimque acordar, florescendo Sinta á mim que eu sinto á você Me dê sua boca sua alma, saliva e língua que eu te dou também   Juntos, enviesados nos degustamos nessa arte da alvorada Te aperto Te abro Mergulho Você me suja Me engole Me suga Me expõe ante seus olhos Com delicados dedos brancos Graciosos cabelos soltos á me massagear   É a maciez das suas pernas Majestade das suas nádegas Que aperto, quando bebo do seu licor   São seus lábios tão rosados tão belos e inocentes que me fazem pintar em seu rosto e mãos traços de desejo liberto na calma manhã   E enquanto o dia nasce Nos deitamos, acariciamos Sentindo espasmo e contração Bebendo mutuamente de no...
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  Eterna Musa Sejam seus seios louvados Sejam seus lábios adorados Sejam suas pernas mapeadas Seja seu ventre idolatrado Que sua flor desabroche nas noites de  lua cheia E que lábios proibidos te levem a um sentimento mais eterno que a vida que a morte Que existas para sempre em êxtase Com líquidos que serão sorvidos Feito vinho no Monte Olimpo E ao suas pernas tremerem Estando nua e pura Deus mesmo verá que estás além de qualquer condenação -Velvet Dreamer
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O Extase da Deusa Deita na grama A solitária deusa de cabelos loiros ondulados Acaricia-se com rosas no jardim Suavemente Rosas vermelhas acariciam o corpo sagrado   Um vestido imaculado e branco Aos poucos se abre, devagar Pare receber toques suaves de delicadas mãos Dois mamilos eretos despontam em direção á lua Seu ventre se contrai   É um velho ritual... Em que o comprido vestido sobe Devagar Entrando no transe da deusa Deusa antiga de um lugar proibido hoje   Toques, dedos, mãos Contraem músculos Sonhos quentes de amor esquecidos pela humanidade Preenchem sua mente e alma   Respiração fica livre Seus lábios se abrem, como que para beijar o ar E seus outros lábios abrem-se aos poucos Para o rio da deusa fluir em paz De sua fonte O rio corre pela noite O néctar dos Deuses do Olimpo Flui entre convulsões que percorrem o corpo   Mãos molhadas As rosas sobem e descem   Há um amante imagi...